Informações ao Paciente

CIRURGIA ESTÉTICA NOS PÉS

A função primordial e essencial do pé é servir de base para o suporte do peso do corpo e para a movimentação do indivíduo. Essa afirmação é evidente e inegável.

Apesar disso, os outros aspectos relacionados aos pés não precisam ser ignorados. Um deles é a questão estética.
Dois fatores principais estão envolvidos na estética do pé:
• A aparência física que ele apresenta
• A capacidade de uso de calçados que completem um visual global do vestuário. Como os sapatos de salto alto, por exemplo.
Ao longo dos anos (e quem sabe até mesmo dos séculos) a moda quase sempre valorizou, na estética feminina, o uso de sapatos de salto alto e de bico fino. O uso de calçados assim dá uma boa impressão global à silhueta da mulher, visualmente alongando as pernas, posicionando o quadril e o tronco de maneira harmônica e, evidentemente, aumentando a altura corporal.
Essa grande vantagem, associado ao desejo de estética e beleza, faz com que aa mulher releve a dor, as calosidades e os outros problemas desse tipo de calçado.
A medicina, historicamente, nunca foi capaz de contribuir muito para que a mulher pudesse utilizar os calçados que quisesse. Felizmente, com o avanço da ciência e melhora progressiva nas técnicas de cirurgia ortopédica, novas alternativas podem ser disponibilizadas para a correção de deformidades (estéticas ou não) e para a melhorar a condição de uso de calçados femininos.
Essas técnicas receberam, recentemente, a denominação popular de Cinderella Surgery (Cirurgia da Cinderela), que representa, de maneira comparativa, o anseio da famosa personagem da Dysney em usar o não menos famoso sapatinho de cristal relatado no conto infantil.
Evidentemente, nos termos médicos, a situação não pode ser tratada como nas fábulas, e o que o especialista pode afirmar é que existem sim cirurgias novas, já comprovadas cientificamente que são adequadas para melhorar a função e a estética do pé.
Na medicina, nunca é demais lembrar a máxima de que “cada caso é um caso”.
O ortopedista especialista em pé é o profissional adequado para a avaliação do paciente e para propor as alternativas cabíveis a cada situação em especial. Geralmente a avaliação é feita com exames de raio x, tomografia computadorizada ou ressonância magnética. Os procedimentos são voltados para o tratamento dos joanetes, calosidades, dedos em garra, neuromas e outras situações.
É importante que o paciente relate as suas expectativas e anseios, assim o médico pode refletir se o resultado da técnica cirúrgica pode ser satisfatória (ou não) para cada caso.


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Perguntas Frequentes

  • O que é uma Fratura do Tornozelo?

    O tornozelo é uma articulação formada por três ossos: a tíbia, a fíbula (ou perônio) e o tálus. Chama-se fratura do tornozelo as lesões ocorridas na tíbia e na fíbula, que são os ossos mais comumente lesionados.
    A fratura ocorre normalmente em um movimento de entorse, onde os ossos são forçados de maneira diferente do movimento normal do tornozelo. É comum também em acidentes automobilísticos e motociclísticos.

     

    Exemplo de fratura bimaleolar do tornozelo

  • Qual a causa da ruptura do Tendão de Aquiles?

    A resistência do Tendão de Aquiles é muito grande, geralmente ocorre ruptura quando existe um processo degenerativo prévio. O problema é que, na maioria das vezes, esse processo é silencioso. A lesão ocorre quase sempre em movimentos bruscos de utilização do tendão, com uma arrancada brusca para corrida, um salto ou impulso para empurrar um objeto pesado (como empurrar um carro, por exemplo).
    No momento da ruptura, o paciente sente uma dor forte aguda na região posterior do tornozelo. Como se tivesse levado uma pancada. Logo nota-se uma dificuldade para apoiar o pé no solo e para caminhar. Isso acontece porque, sem o tendão íntegro, perde-se grande parte da força de impulso da caminhada.
    Apesar da dor intensa no momento da ruptura do Tendão de Aquiles, em poucos minutos a dor diminui, restando um inchaço na região e a perda da força.

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